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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

… é assim que eu imagino:

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… como meus pais imaginam:

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… como meus amigos imaginam:

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… como realmente é:

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Deu na Forbes

Ok, nada contra as celebridades instantâneas que tomam conta das publicações no Facebook. Inaceitável é um meio de comunicação respeitado dizer que é difícil um brasileiro se tornar famoso internacionalmente. Pior ainda é dizer que entre as únicas estão Carmem Miranda (não preciso dizer que não era brasileira, né? Ai que bom!) e Xuxa… Ou seja, ninguém!

Ah sim, no esporte ele cita os Ronaldos… Mas e Pelé, Garrincha e Ayrton Senna, nada? Da Gisele Bundchen ele até lembra, mas e Fernando Meirelles, Alice Braga, Carlos Saldanha? Vik Muniz, Walter Salles, alô? Isso para falar dos mais recentes!

É muita ignorância pra uma revista referência não considerar a Bossa Nova, mesmo com Tom Jobim subindo ao palco do Carnegie Hall ou cantando com Frank Sinatra. Existe alguém que não conheça “Garota de Ipanema”?

Você pode não saber, sr. jornalista, mas o Seu Jorge faz trilha para filme de gringo que, esse sim, você deve conhecer. Aliás, você deveria saber, porque afinal, além de informado (ou deveria ser), você também é brasileiro (??!!).

Com certeza estou esquecendo de vários outros nomes e grandes exemplos. Ainda bem, porque é sinal de que são muitos.

Até acho feio quando os brasileiros se fazem de coitados em alguns casos, como quando não gostaram do episódio dos Simpsons no Brasil (eu ri) e ameaçaram boicote aos filmes do Robin Williams quando ele disse que oferecemos prostitutas e drogas para ganhar as Olimpíadas (caguei), mas até esse melindre nacionalista é uma atitude mais digna do que a de um brasileiro que ignora as riquezas da sua própria cultura.

É, sr. jornalista de revista renomada. Eu sei que você não vai nem tomar conhecimento desse post. Se você nem sabe que Paulo Coelho é um dos autores mais traduzidos no mundo, uma redatora de projeto independente é um peido de pulga! Mas deixo aqui um pouco do meu humilde conhecimento sobre os nossos compatriotas e meu grande desprezo sobre o seu mundo enlatado.

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Balanço de 2011

Eu tinha feito promessas para 2011 neste maldito post aqui, e como já está registrado, online e tudo, não dá pra fingir que isso nunca aconteceu. Ok, então vamos encarar os fatos:

  • correr 3 vezes por semana – ahã, Claudia!
  • passear mais vezes com Yoda – fiz até o meio do ano, vale?
  • não me importar com problemas que não são meus – hmm, é…
  • aprender samba de gafieira – só uns passinhos, pode ser?
  • depositar dinheiro todo mês na poupança – Hahahahaha!!
  • escrever com mais frequência no blog – HUAHUAHUAHUA!!

E querem saber? Não me sinto nem um pouco mal. Em vez disso tudo, larguei meu emprego, fiz as malas, dei as mãos pro Victor e fomos felizes rodar a América Latina fazendo o que a gente acredita. Conheci o Uruguai, Argentina, Chile, Cuba e México (até agora!!). Fiz amigos, aumentei minha família e me tornei uma pessoa que ainda não tenho ideia de como é.

Então, o meu desejo para 2012 é que vocês se decepcionem com as promessas que fizeram para este ano e se surpreendam com o que vier!

 

Se bem que correr 3 vezes por semana ia ajudar a subir esses degraus. :P

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Descobrindo a cura do câncer

Se ideias valessem alguma coisa, já teríamos vacina pro HIV e ninguém morreria de fome, muito menos perderíamos quatro pênaltis seguidos. É possível que os bares tenham mais cientistas, sociólogos e cineastas que técnicos de futebol. Mas a diferença está naquilo que você coloca em prática.

Estava eu sossegada, empregada, saindo às 18h15 de uma agência de publicidade (!!) quando tive uma ideia junto com o Victor: vamos largar tudo! (iê!)

A próxima quarta é meu último dia de trabalho com carteira assinada. Depois de fazer faculdade, estágio, trabalho e pós, eu precisava sair dessa zona de conforto. Eu como legumes, dou seta antes de mudar de faixa e passo fio dental todos os dias, que saco!

E foi só tomar a decisão de mudar tudo que a paz terminou pra dar vez a muitas conversas e trabalhos noite a dentro. Foi quando entendi porque tantas ideias não vão pra frente. É muito fácil continuar do jeito que está e mudar dá preguiça, ainda mais pra uma taurina com ascendente em touro que não consegue arrumar o armário nem começar uma dieta. Mas assistindo a uma palestra (olha a nerd certinha de novo), ouvi uma mulher dizendo Martha Gabriel dizer que “o primeiro patrocínio de um projeto não é dinheiro, mas o quanto de tempo você está disposto a gastar para que esse projeto aconteça”.

Pois em vez de dobrar as calcinhas na gaveta eu vou colocar tudo numa mochila e partir.

Muitos dos meus amigos já sabem o que é, mas você pode visitar o Projeto Nosotros pelo nosso site, curtir a fan page no Facebook, seguir no Twitter e no Foursquare.

É isso o que vamos fazer. Pedir a conta no bar e encontrar a cura do nosso câncer.

Post dedicado ao meu amigo Vitor Damasceno (vulgo Pepito) e às nossas conversas de gtalk.

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Fim de semana com os amigos

Victor e eu passamos o fim de semana com dois queridos amigos em Itatiaia e aproveitamos pra testar nossa Canon T2i.

Sabe, eu sempre tive inveja daqueles vídeos caseiros que eu via em alguns filmes e clipes, mostrando pessoas felizes e fazendo você pensar que sua vida não é assim tão interessante… Daí resolvi fazer um e causar inveja nos outros, uá-ha-ha-ha (risada de bruxa)! Peguei os vídeos da viagem e fiz uma experiência totalmente amadora no iMovie.

Deu nisso:

Não sei por que o Youtube deu uma comprimida no vídeo, ele perdeu bastante a qualidade… Mas o clima tá aí!

A trilha é Igloo, da Karen O and The Kids, do filme “Onde Vivem os Monstros” que já falei aqui.

Espero que gostem e que tenha muitos fins de semana como esse!

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Chá de rainha

Muita gente com quem eu comentei não viu e outras tantas não gostaram, mas eu adoro o filme Marie Antoinette, da Sofia Coppola. As músicas modernas demais pra época e o All Star que aparece no filme talvez tenham contribuído para dividir tanto as opiniões. Mas acho que a rainha que ela mostra no filme, interpretada pela Kirsten Dunst, é tão “gente” que me deu vontade de ser amiga dela.

Nesse filme, existe uma cena que me deixou totalmente obcecada:

Que chá é esse, minha gente?!? E eu bebendo aqueles de saquinho…

Passei muito tempo sonhando com esse chá de flor, até que um dia a Aninha do meu trabalho disse que tinha essas flores e me deu uma! Quá-murrí com um mortal triplo invertido carpado!

Ela se chama Fleur d’Orient

Enrolei o quanto pude de tanta dó. Mas aí resolvi fazer o chá de uma vez e aproveitei pra usar minha câmera nova.

Ok, já que insiste…

Yoda (com seu traje militar) também ficou curioso.

Daí eu fiz o chá e não foi exatamente como estava no filme. Me preparei toda pra gravar o grande momento, já estava pensando que trilha ia colocar, mas…

Demorou muito pra começar a acontecer alguma coisa. E quando aconteceu, a flor foi se desfazendo em vez de abrir.

Fué!

Ok, ainda assim é mais lindo que tomar o chá de saquinho, mas aprendi que não posso mais acreditar nos filmes. Já basta minha frustração de não arrumar o quarto como a Mary Poppins!

Pois é, Maria Antonieta. Você deixou o povo na miséria, por isso foram atrás de você em Versalhes catar a sua cabeça!  Se eu soubesse dessa sua farsa do chá também teria ido com uma tocha na mão. Da próxima vez, usa Mate Leão e para de fazer propaganda enganosa, combinado?

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Amigos com DDD

Meus amigos de infância e adolescência moram longe de mim. Ainda tenho contato com os mais próximos, os que são pra vida toda. E quando volto a ter esse contato, vejo como eu estou diferente agora.

Não que eu tenha mudado completamente, é algo mais parecido com cascas ou as camadas da cebola que o Shrek tanto queria explicar pro Donkey no primeiro filme. Com o tempo, eu – talvez nós – fui criando algumas cascas em volta: estudante da faculdade X, que estagiou e trabalhou nas agências A, B e C, moradora do bairro Z, fez pós na faculdade ∂, viajou no carnaval para a cidade ß e por aí vai. Cada escolha que eu faço (você também?) me influencia e faz com que eu acrescente mais um rótulo ou característica.

Chego a pensar que mudei, até que um desses amigos me liga ou me encontra. É aí que vejo que eu continuo lá dentro, do mesmo jeito. É quando eu não preciso dar satisfação do meu trabalho, das minhas metas, do próximo curso que vou fazer, da multa que eu não paguei, se eu vou pra algum lugar de causar inveja no Reveillon… Os amigos da minha infância e adolescência me conhecem antes disso tudo, quando eu não precisava de nenhuma definição e era só eu mesma.

Quem mora no mesmo lugar que cresceu talvez não tenha essa sensação porque o tempo todo está com essas pessoas que o conhecem a vida toda. Mas pra mim, que tenho que usar o DDD ou o avião pra isso, esse encontro com eles – e comigo mesma – é um evento.

Às vezes eles ficam meses sem me ligar ou eu sem ligar pra eles. Quantas vezes eu já esqueci dos seus aniversários e eles dos meus! Isso já virou motivo de piada porque temos a certeza de que nada disso interfere na nossa intimidade.

Eu posso até escrever tudo isso sem citar um único nome, que eles vão saber exatamente quem são.

(sem fotos dessa vez)

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