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Posts Tagged ‘Fotografia’

Chá de rainha

Muita gente com quem eu comentei não viu e outras tantas não gostaram, mas eu adoro o filme Marie Antoinette, da Sofia Coppola. As músicas modernas demais pra época e o All Star que aparece no filme talvez tenham contribuído para dividir tanto as opiniões. Mas acho que a rainha que ela mostra no filme, interpretada pela Kirsten Dunst, é tão “gente” que me deu vontade de ser amiga dela.

Nesse filme, existe uma cena que me deixou totalmente obcecada:

Que chá é esse, minha gente?!? E eu bebendo aqueles de saquinho…

Passei muito tempo sonhando com esse chá de flor, até que um dia a Aninha do meu trabalho disse que tinha essas flores e me deu uma! Quá-murrí com um mortal triplo invertido carpado!

Ela se chama Fleur d’Orient

Enrolei o quanto pude de tanta dó. Mas aí resolvi fazer o chá de uma vez e aproveitei pra usar minha câmera nova.

Ok, já que insiste…

Yoda (com seu traje militar) também ficou curioso.

Daí eu fiz o chá e não foi exatamente como estava no filme. Me preparei toda pra gravar o grande momento, já estava pensando que trilha ia colocar, mas…

Demorou muito pra começar a acontecer alguma coisa. E quando aconteceu, a flor foi se desfazendo em vez de abrir.

Fué!

Ok, ainda assim é mais lindo que tomar o chá de saquinho, mas aprendi que não posso mais acreditar nos filmes. Já basta minha frustração de não arrumar o quarto como a Mary Poppins!

Pois é, Maria Antonieta. Você deixou o povo na miséria, por isso foram atrás de você em Versalhes catar a sua cabeça!  Se eu soubesse dessa sua farsa do chá também teria ido com uma tocha na mão. Da próxima vez, usa Mate Leão e para de fazer propaganda enganosa, combinado?

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Brinquedo novo

Um professor da faculdade dizia que a diferença entre os adultos e as crianças é o preço dos seus brinquedos. Pois Victor e eu juntamos nossos poderes para comprar uma Canon T2i que nossos queridos amigos Spitz e Cacá, da Soul Brasileiro, trouxeram de uma lojinha durante uma viagem.

Nós e a câmera ainda estamos nos conhecendo aos poucos, estes são apenas nossos primeiros testes.

Cuidado com o cão bravo (leia-se “ela pode te encher de lambidas”)

– Yoda, acho que tem alguma coisa no seu nariz.

– Ah, tá. Obrigado.

              Agora mais pra esquerda…

Preocupado com a taxa de juros e a alta do combustível.

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Eu cresci com muitos bichos de estimação. Já tive cachorro, papagaio, peixe, coelho, tartaruga, hamster… E só (calma, Ibama). Mas na verdade nunca eram meus, mas do meu irmão, do meu pai ou “da casa”. Só muito depois fui ter um cachorro. Muito depois mesmo, porque foi só agora.

Pequeno Jedi com poucos meses e 300 gramas.

Mas pra compensar, é o mais lindo desta e de outra galáxia muito distante. O Yoda é quem me deixa preocupada com a hora de voltar pra casa porque sei que à noite ele fica deitado olhando pra porta esperando eu chegar. É quem faz um olhar de decepção quando passo perfume, porque ele sabe que vou sair. É um bolinho de pelo de 2,5kg que vive grudado nas pessoas da família e tão gente que eu não tenho a menor vergonha de conversar com ele enquanto passeamos na rua. É um medroso que não gosta de cachorros nem de tomar banho, mas adora usar roupa e beber água de coco e só faz malcriação quando está chateado.

De gola polo

Sabe até o caminho da barraca do Roberto

Eu sei que qualquer pessoa teria outras mil histórias pra contar sobre as particularidades que fazem do seu cachorro tão especial. Sei que todo bichinho é incrível e faz coisas que só os donos acreditam. Mas essa é a minha vez.

Eu, Yoda e nossa Supersampler

Depois que ele chegou na minha casa, ficou mais agradável “fazer nada”. Ele me ensinou a arrumar a cama só pra deixar ele subir enquanto estou fora e me faz ter mais cuidado por onde ando e com as coisas que caem no chão. Ele me mostrou que a gente se entende muito melhor no silêncio e que as palavras só atrapalham nossa comunicação.

Mesmo assim, quando ele fica muito tempo fora de casa como agora (está na casa dos meus pais), eu sinto tanta saudade que chego a desejar que ele pudesse me ligar de vez em quando.

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Do fundo do armário

Desde pequena, eu sempre odiei arrumar o meu quarto. Minha mãe diz que eu tinha febre de 39° quando eu era obrigada a organizar os meus brinquedos.

Mas o bom de arrumar o armário de vez em quando é que de repente você encontra um filme abandonado e revela fotos com estas:

SuperSampler + filme colorido asa 100 + dia lindo

É, às vezes compensa!

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Pinhole Day

Depois de quinze dias vivendo intensamente o consumismo e a alegria irreal na Disney (calma, Docinho, ainda vou falar sobre isso), tive um fim de semana para botar os pés no chão de volta ao Rio.

Confesso que cada vez que uma moto para ao lado do meu carro no sinal eu ainda pulo de susto, mas tive uma grande sorte de participar de um evento para ver o lado bom (e ótimo, e lindo, etc.) dessa cidade.

Graças ao meu amigo Candango, me juntei a um grupo de amantes de fotos analógicas. E mais do que isso, de fotografia analógica tirada em caixinhas de papelão ou lata de sardinha!

Câmera a la MacGyver

A minha é a da esquerda. As outras profissionais são do tarado do Candango.

Saímos da Cinelândia e fomos andando em direção à Lapa. Para tirar cada foto, é preciso contar o tempo de exposição de acordo com a iluminação. Nada de novo até aí, já que as câmeras automáticas fazem isso sozinhas, mas é bem diferente de só apertar o botão e poder contar com o visor. Pra mim, que estava fazendo isso pela primeira vez, foi tudo na base da experimentação, chute e um pouco de sorte.

É assim que gira o filme!

Mas até que a sorte me ajudou bastante:

Clique nas imagens para ampliar.

Essas e outras fotos vão se juntar às do resto do grupo e entrarão em exposição no Centro de Artes Helio Oiticica, provavelmente em agosto.

Essa foi tirada na digital pra garantir, rs!

Depois disso, ainda passeei de bondinho e encerrei o dia na Adega do Pimenta, em Santa Teresa, com uma bela feijoada alemã.

Welcome to Rio!

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Lomography

Há quase dois anos, entrei pra essa onda das analógicas Lomos, antes mesmo de inaugurar a primeira loja no Brasil. Comprei uma Super Sampler, que além de mudar um pouco as cores e deixar um aspecto de foto antiga, ainda divide cada pose em quatro partes. Falando assim parece um monte de defeito, mas o resultado é bem legal:

Este é meu pequeno Yoda, um Yorkshire de 1 ano e 10 meses e 2,5kg.

Mas o que eu quero contar é que a minha câmera quebrou logo no segundo filme e achei que não teria muito jeito, já que a loja fica na Áustria (!!!). Mandei um email e sabe o que eles me disseram?! Que era só quebrar a câmera de uma maneira criativa, enviar as imagens e eles me mandariam uma nova! Depois de muito pensar sobre como seria essa forma “criativa” de quebrar a Lomo, eu e meu super namorado, o ilustrador e animador Victor Marcello, fizemos um vídeo em stop motion que ficou lindão! Na mesma semana, o Victor comprou um Nextel em Botafogo. O que chegou primeiro: minha câmera de Viena ou o rádio do bairro vizinho?? Uma chance!

O vídeo é este abaixo. Espero que goste!

 

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